21.7.08

O iPod e o Dadaísmo

Tudo que se perde, ganha
Quando chego perto, tudo esqueço e não tenho vez
Já me cansei de ser a última a saber de ti
No jardim planto a flor, como a fruta, levo choque
O gato preto cruzou a estrada
E eu os chamarei, mas não os vejo
Quantas vezes eles vão me perguntar se não faço nada
Eu conheço a beleza
Um amor assim delicado, você pega e despreza
Qual o tom do lugar
Pois sua memória pode um dia se apagar
Sua cidade mente em poeira, meu amigo
Pense nas crianças mudas telepáticas
Deixa eu dançar
Amor da minha vida, daqui até a eternidade
Quero entender o porquê que sua pele me atrai
Desarma-me com seu sorriso
O relógio parou
...

3 comentários:

O empírico disse...

Nossa... tem escrito bem, hein moças...

Tem um monte de sentimento conflitante ai...
Isso eu pude perceber... É bonito, mas não entendi tanto.

=P

Nina disse...

não m mate, mas tinha me esquecido q vc tinha um blog. tava o link no meu antigo blog (q perdi o acesso). ah criei outro, passa la: www.lostmemoriesplace.blogspot.com

to0T4L disse...

Músicas armazenadas em seu Ipod, trechos, samplers, destacou, misturou, sacudiu, jogou para o alto e nas asas do dada deixou criar sua própria forma como se vivo fosse... e derrepente é.

Legal demais!